quarta-feira, 25 de outubro de 2023

A nova geração deixará de acreditar na volta de Jesus?

 

Essa é uma pergunta interessante. Acreditar no apocalipse depende de vários fatores que podem influenciar a crença ou a descrença em Deus, como a cultura, a educação, a família, a experiência pessoal, a situação do mundo.

Alguns podem pensar que o apocalipse é um evento futuro que trará o fim do mundo, o julgamento de Deus e a revelação de Deus sobre o presente e o futuro, que traz esperança e consolo para os que sofrem. Outros podem entender o apocalipse como mais uma história escrita num livro qualquer.

"A sociedade está evoluindo, com isso está chegando uma nova geração e será muito mais difícil daqui alguns anos essas pessoas acreditarem na volta de Jesus e no apocalipse onde descreve o fim de tudo. Já estamos vivendo os sinais ditos pelo nosso Senhor Jesus no evangelho de Mateus:

“Muitos se afastarão de mim, e trairão e odiarão uns aos outros. Falsos profetas surgirão em grande número e enganarão muitos. O pecado aumentará e o amor de muitos esfriará, mas quem se mantiver firme até o fim será salvo. Mateus 24:10-13

O fim dos tempos está próximo, e como lemos acima muitos serão enganados. Jesus alerta que falsos cristos e falsos profetas aparecerão e realizarão grandes sinais e maravilhas para, se possível, enganar até os eleitos. Ele também enfatiza que até mesmo os crentes poderão ser enganados por causa do seu despreparo.

Não sei se será mais difícil ou mais fácil as pessoas acreditarem no apocalipse daqui pra frente. Talvez dependa de como elas veem o mundo e a Deus. Talvez dependa de como elas interpretam os sinais dos tempos, como as guerras, as doenças, as catástrofes naturais, os falsos profetas e os falsos cristos. Talvez dependa de como elas se relacionam com a Bíblia e como é apresentada a mensagem de Jesus.

Eu fiz uma pesquisa na web e encontrei alguns artigos que falam sobre esse assunto. Segundo um estudo do Pew Research Center, as gerações mais novas são menos propensas do que as gerações mais velhas a se afiliar a qualquer religião ou a dizer que acreditam em Deus. Alguns motivos que podem explicar essa tendência são:

- A maior diversidade cultural e religiosa nas sociedades modernas, que oferece mais opções de crenças e valores.

- A maior exposição à informação e ao conhecimento científico, que pode levar a questionamentos e dúvidas sobre as verdades religiosas.

- A maior independência e autonomia dos jovens, que podem se sentir menos pressionados a seguir as tradições ou as expectativas dos pais ou da sociedade.

- A maior sensibilidade e consciência social dos jovens, que podem se decepcionar ou se indignar com os problemas e os escândalos envolvendo as instituições religiosas.

No entanto, isso não significa que as gerações mais novas sejam totalmente ateias ou indiferentes em acreditar em Deus. Muitos jovens ainda buscam sentido e propósito para suas vidas, mas de formas diferentes das gerações anteriores. Eles podem se interessar por outras formas de expressão espiritual, como a meditação, o yoga, o ativismo social, etc. Eles também podem ter uma visão distorcida de Deus, de influencer, líderes religiosos Coach e artistas que incentivam a experimentar novas sensações, a pôr em primeiro lugar seus desejos e usam a sensualidade para atrair esses jovens, passando ensinamentos antibíblicos como: “Meu corpo, minhas regras”; “Faça o que lhe der vontade”; “Use o poder do seu corpo” e outros que ensinam que podem viver na imoralidade e ao mesmo tempo adorar a Deus. E ainda tem a audácia de dizer: “Posso viver do sexo e servir a deus, pois Deus é Amor”.

Isso é um absurdo, como está escrito: “Ninguém pode servir a dois senhores; pois ou há de aborrecer a um e amar ao outro ou há de unir-se a um e desprezar ao outro.” Mateus 6:24a

“Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele” 1João 2:15

Nesse contexto, como as novas gerações podem desenvolver uma fé autêntica, madura e relevante? Como elas podem encontrar Deus em meio ao ruído e à confusão do mundo? Como elas podem conciliar sua fé sua vida cotidiana?

Há algumas pistas que podem ajudar as novas gerações a enfrentar esse desafio.

1. Ensine seu filho a amar e adorar a Deus. Você pode fazer isso através de orações, louvores, leitura da Bíblia e participação na igreja. Mostre a ele como Deus é bom e fiel em sua vida.

2. Mostre ao seu filho o propósito de Deus para ele. Você pode fazer isso através de exemplos bíblicos, testemunhos pessoais e incentivos. Ajude-o a descobrir seus dons e talentos e a usá-los para a glória de Deus.

3. Apresente o cristianismo de uma forma positiva. Você pode fazer isso através de histórias, brincadeiras, filmes e jogos que ensinem valores cristãos. Evite ser legalista, crítico ou hipócrita. Seja um modelo de amor, alegria e paz.

4. Ensine o propósito e o valor das provações. Você pode fazer isso através de lições, conselhos e orações. Mostre a ele como Deus usa as dificuldades para nos moldar, fortalecer e abençoar. Não o proteja excessivamente, mas o apoie e oriente.

5. Satisfaça as necessidades físicas, sociais e emocionais do seu filho. Você pode fazer isso através de cuidados, carinhos, elogios e limites. Mostre a ele que você o ama incondicionalmente e que está sempre ao seu lado. Respeite sua individualidade e personalidade.

6. Honre a Deus ao disciplinar seu filho. Você pode fazer isso através de orientações, correções e consequências. Mostre a ele que você quer o seu bem e que há regras que devem ser seguidas. Não seja severo, injusto ou violento. Seja firme, justo e gentil.

 

Que Deus te abençoe e te dê sabedoria nessa missão tão especial! 

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